Os dados mostram que 6,2% da população se declara cristão, número maior do que o Censo de 1973 que mostrava 4,6% de cristãos naquele país.
Mas para o Ministério Portas Abertas esse número apresentado pode ser inferior à realidade, pois os cultos domésticos funcionam com regularidade e se transformam em grandes grupos de cristãos.
A demora da divulgação do Censo tem um motivo político: o grupo nacionalista Ma Ba Tha já declarou que a população muçulmana e as demais minorias religiosas são uma ameaça para a nação budista.
O governo temia que ao mostrar o Censo com os dados de que esses grupos estão crescendo, o grupo voltasse a promover confrontos, prejudicando a paz no país.
Mas vale dizer que em Mianmar os cristãos são perseguidos, mesmo com as ações das autoridades que tentam barrar que budistas radicais se coloquem contra a essa minoria religiosa.
Quanto ao número de muçulmanos, o Censo mostra um crescimento lento dos “Rohingyas”, grupo que não é contato no censo por não ter sua origem conhecida. São muçulmanos, mas não sabem de onde vieram. Muitos dizem que são de Mianmar mesmo, outros de que vieram de Bangladesh.
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