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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Você está abatido na sua fé?

O exílio ou cativeiro babilônico é o termo utilizado para chamar o exílio dos judeus do antigo Reino de Judá para a Babilônio, no período de Nabucodonosor II, sendo descrito pelos profetas do Antigo Testamento, Jeremias, Ezequiel e Daniel.
A primeira deportação iniciou-se em 598 a.C., quando Jerusalém foi sitiada e o jovem Joaquim, Rei de Judá, rendeu-se voluntariamente. O Templo de Jerusalém foi parcialmente saqueado e boa parte da nobreza, dos oficiais militares e dos artífices, inclusive o rei, foram levados para o Exílio em Babilônia. Zedequias, tio do Rei Joaquim, foi então nomeado como rei vassalo por Nabucodonosor II.
Ocorre que, 11 anos depois, em resultado de nova revolta no Reino de Judá, temos a segunda deportação em 587 a.C. e a consequente destruição de Jerusalém e seu Templo.
É neste momento de total desespero que Jeremias, mergulhado nas profundezas de sua alma, escreve em Lamentações 3:21, um dos versículos bíblicos para mim mais instigantes, quando disse: Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.
Trazendo isso para os nossos dias, temos vivido tempos maus, onde uma sucessão aparentemente infindável de tragédias e acontecimentos têm deixado muitos atordoados, quando não fraquejados em sua fé, com uma tendência a cair no ceticismo ou viver um cristianismo pautado no cinismo.
Situações como o da tragédia dos refugiados, morrendo ao longo do Mar Mediterrâneo quase todos os dias, com a indiferença de boa parte do mundo. Ou o furacão Matthew que na última semana devastou boa parte do Haiti, passando despercebido pela grande mídia, sem nenhuma comoção como quando mataram os editores do Charlie Hebdo ou da boate GLBT em Orlando. Isso quando várias tragédias pessoas e familiares não se avolumam.
Aí, você começa a se perguntar, se você é daquelas pessoas que realmente se importam na forma como o mundo anda, com coisas do tipo: Qual o propósito disso tudo? Onde estava Deus nestes eventos? O que a minha fé pode dar de resposta a essas tragédias humanas?
E aí, que é essencial, como li recentemente em artigo de Priscila Viégas Duque, que o que não nos deixa sucumbir de vez é lembrar das misericórdias de Deus em nossas vidas, de sabermos quem Ele é em nossa existência.
“As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade” (v. 22). A palavra misericórdia, que em hebraico é “hesed”, pode ser traduzida por “aliança de amor” ou “amor imutável”. Diante de tanta adversidade, parece muitas vezes que não há mais esperança, mas Jeremias lembrou que a “hesed” de Deus ainda permanecia sobre seu povo.
Ademais, a confiança em Deus nos permite aceitar o que estamos vivendo em nossas vidas e o que virá, sendo que essa atitude não é o fatalismo, como vemos em algumas crenças, mas, sim fé. Ficamos em silêncio não porque não há o que dizer, mas porque sabem que Deus nos atenderá a seu tempo e a seu modo.
Creio que somente quando abrimos esse nosso olhar para Deus é que conseguimos ver além das circunstâncias deste mundo. Se não temos essa visão, nossa tendência natural é cair no ceticismo ou não ver sentido nenhum na sucessão de fatos que vão se amontoando dia após dia. Que Deus possa estar renovando nossa fé. Amém.

Não espere um milagre financeiro, poupe!

“O dinheiro é para proteção (Eclesiastes 7:12)
Olá, queridos leitores! Tento refletir sobre os assuntos que me rodeiam no dia a dia e trazer em formato de artigo aqui para vocês. E uma coisa que vejo muito acontecer é as pessoas esperando um “milagre financeiro” acontecer, seja para sanar suas dívidas, seja para ganhar mais dinheiro e poder realizar sonhos. Mas será que devemos mesmo misturar nossa fé com nosso dever?
Quando digo fé, quero dizer nossa religião, nosso porto seguro, nosso momento com Deus. Ele não deve ser usado para pedir coisas, muito menos algo relacionado a dinheiro. E quando falo de dever, me refiro a nossa responsabilidade em obter a quantia necessária para a nossa sobrevivência, e mais que isso, nosso comprometimento em nos reeducarmos financeiramente para evitar problemas mais sérios, como endividamento inconsciente e até inadimplência.
Algumas passagens bíblicas mostram bem este assunto. Vejamos: “O dinheiro é para proteção (Eclesiastes 7:12)”. “Por exemplo, com dinheiro, você compra as coisas necessárias para viver — como alimento e remédios (Tessalonicenses 3:12)”. Em Timóteo 5:8, fica claro que o dinheiro também serve para cuidar da família: “Se alguém não fizer provisões para os seus próprios, e especialmente para os membros de sua família, tem repudiado a fé”.
Ou seja, os recursos financeiros são importantes e necessários, isso é inegável, mas esperar que a estabilidade financeira esteja garantida pela fé é um equívoco muito sério. Essa prática pode ser considerada até mesmo uma blasfêmia. Por meio do trabalho sério e honesto, ganha-se o dinheiro necessário para viver a vida com dignidade e realizando sonhos, individuais e da família.
Então, para que se consiga alcançar a plenitude em todos os âmbitos da vida, é essencial que a questão financeira esteja bem resolvida e delimitada. Assim, sobra-se mais tempo e disposição para outros assuntos importantes, como a espiritualização, a fim de agradecer mais e pedir menos. Para auxiliar nesse processo, compartilho com vocês quatro passos que farão com que a vida financeira esteja alinhada e sob controle.
Diagnosticar – Saber exatamente quais são os ganhos mensais e para onde está indo cada centavo do dinheiro. Uma dica é separar as despesas por categorias; assim, é possível analisar com o que está sendo gasto e diminuir ou cortar os supérfluos e excessos. Terá uma visão micro e macro das finanças, podendo, a partir daí, fazer planejamentos.
Sonhar – Estabelecer objetivos/metas com clareza e o máximo de informação possível. Listar, pelo menos, três sonhos: um de curto (até um ano), um de médio (de um a dez anos) e outro de longo prazo (acima de dez anos), sabendo quanto custam e quanto poderá poupar mensalmente para cada um. Direcione aqueles valores que conseguiu cortar dos gastos do dia a dia para essa finalidade.
Orçar – O que realmente importa pra vida, satisfações pequenas e pontuais, por meio de compras impulsivas – e até compulsivas –, ou realização de sonhos? Então, é importante aprender um novo jeito de realizar um orçamento financeiro. A maioria das pessoas aprendeu a fazer o orçamento financeiro da maneira errada, realizando a conta Ganhos (-) Gastos = Lucro/Prejuízo. O grande segredo é fazer Ganhos (-) Sonhos (-) Gastos.
Poupar – Guardar parte dos recursos financeiros que se ganha (no momento em que se recebe) para realizar os sonhos. Procurar saber os melhores investimentos de acordo com o prazo que deixará o dinheiro rendendo. Dessa forma, com os juros trabalhando a seu favor, os objetivos serão alcançados antes mesmo do que se imagina.
Podemos sim ter fé e acreditar que algo bom vai acontecer – seja em relação a dívidas ou objetivos a serem realizados –, mas não podemos nunca nos apoiar exclusivamente nela, sem lutar pelo bom resultado.

sábado, 24 de setembro de 2016

O início da apostasia

A apostasia começa com o desapontamento, com a decepção, com a desilusão. A falta de respostas, testa nossas raízes. Quando nada muda, nada acontece, nada dá certo, você se sente exposto por ter acreditado.
O resultado é distanciamento de Deus; "Deus? Onde ele estava quando eu fui traído, quando tudo desmoronou, quando eu perdi quem amava, quando eu estava sofrendo tanto e precisando tanto dele?".
É quando alguém, que ama a Deus, independente de seu histórico de experiências no passado, começa a secar... Não há o mesmo brilho nos olhos, o discurso se tornou pessimista, há uma indisposição, um cinismo, uma tendência a se afastar de tudo que já acreditou.
Quando os nossos planos falham e nossas alternativas se esgotam, temos o cenário perfeito para a ação de Deus.
Fé é acreditar no que Deus é capaz de fazer, mesmo contra todas as evidências.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Pare de ouvir pregações!

Ouvir pregações é algo maravilhoso: nos confronta e, ao mesmo tempo, edifica a nossa fé.
Só que por mais maravilhosos que nossos líderes sejam, não podemos colocar o nosso destino eterno nas mãos deles.
É preciso que você se debruce na Palavra de Deus e tire suas próprias conclusões, para que sua fé seja moldada.
“Esse é o grande lance de ser protestante, foi exatamente isso que foi feito na Reforma: a Palavra de Deus está nas suas mãos, você não precisa de um líder que apenas ele leia a Bíblia e explique para você”, comenta o pastor Douglas Gonçalves, do ministério JesusCopy.
A experiência de ouvir e ser confrontado por uma pregação é intensa. Mas isso se torna ainda mais profundo quando você está a sós com Deus e Ele fala diretamente com você.
É claro que você não deve sair da igreja, desrespeitar seus líderes ou parar de ouvir pregações. Você apenas precisa aprender a se responsabilizar por sua vida espiritual.
Assista ao vídeo completo:

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Pastores plantados entre as pedras

Pastores plantados entre as pedras
Mateus 13 é o capítulo das “Sementes” e das comparações do Reino de Deus.
Quando Jesus fez a alusão do semeador que saiu a semear, nos versículos 5 e 6 há uma revelação que traduz uma grande tragédia que assola a igreja de nossos dias:
“5 Outra parte caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu, visto não ser profunda a terra. 6 Saindo, porém, o sol, a queimou; e, porque não tinha raiz, secou-se.”
Não quero aqui cometer um erro hermenêutico, tendo  em vista que a parábola faz referência à germinação da Palavra (Semente) e seu efeito no Solo (Coração Humano). Entretanto, o Espírito Santo nos desperta para uma outra vertente, homens que não foram chamados para o Ministério, foram plantados na frágil superfície da terra e que estão na liderança de igrejas, fazendo-as sofrer e trazendo escândalos para o Reino de Deus.
Veja que o texto supra citado diz que: “Outra parte caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu, visto não ser profunda a terra.” A semente sempre é boa, infelizmente o terreno é que tem suas particularidades.
Como é trágico assistir a ascensão meteórica de líderes que há pouco chegaram ao Evangelho de Cristo e sem “profundidade” teológica criam aberrações em nome de Jesus. Não se forja um líder da noite para o dia, é necessário preparo. Freqüentar um seminário por três ou quatro anos não faz de ninguém um pastor, é necessário tempo, muito tempo de experiência e investimento ministerial, lembre-se que o Mestre se preparou trinta anos para servir somente três.
A semente que caiu em meio às pedras era boa, a mensagem da Cruz é celestial, vem do coração de Deus, todavia precisamos deixá-la mergulhar no profundo de nosso ser, pois jamais criaremos raízes vivendo na superficialidade do conhecimento do Pai e muito menos nas interpretações rasas das Santas Escrituras.
A semente necessita passar por um processo demorado antes de brotar, precisa ser enterrada, isto fala de auto negação, sufocarmos o nosso “eu” , desaparecermos, nos humilharmos e deixarmos Cristo aparecer em nós. Ela, então, após ser enterrada, precisa passar por um tempo de espera até que processos botânicos e biológicos de transformação ocorram dentro da semente, infelizmente somos uma geração imediatista e queremos tudo para já.
O Reino de Deus tem alguns protocolos que precisamos respeitar, devemos ter paciência para esperar o “tempo” de Deus em nossas vidas. No terceiro processo a semente então brota, sabendo-se que quanto mais profundo for o terreno que ela foi enterrada mais tempo ela levará para brotar. A diferença é gritante daqueles que foram cultivados em “profundidade” em comparação àqueles que foram semeados em lâminas de terra, e o resultado se verá exatamente na ação do sol.
Ao sofrer a radiação do sol o broto recém surgido necessitará de raízes para poder sobreviver, pois o calor secará tudo em volta e são as profundas raízes que sugarão as águas do profundo solo.
O líder da superfície, o que foi ministerialmente plantado sem profundidade é fugaz, não procura a vontade de Deus, pois não O conhece, é sem argumento.
Não aprendeu amar, é iracundo, desinformado, bitolado, sem noção do ridículo, influenciável, sem vontade própria, manobrável, leviano, hipócrita, se impõe na igreja com tirania e ameaças, ele não dá acolhida em sua congregação a pessoas que não apóiam sua tirania, se acha o dono de Deus, da Bíblia e da Igreja.
É difamador dos que se libertaram do jugo de sua ditadura, quando muito é medíocre, é apascentador de si mesmo, serve a Deus, não por vocação, mas por causa do seu “SALÁRIO” e benefícios do seu cargo, nunca deixa legado, não é referência para ninguém, persegue e tem pavor dos que foram gerados em terras profundas, foge de debates, pois claro, lhe falta conhecimento e muitos deles têm carreira meteórica, pois com a rapidez que surgem…. desaparecem.
No contra ponto está o líder plantado em Boa Terra, totalmente enraizado e gerado nas profundezas do Espírito: ele busca a vontade de Deus em tudo, dá a vida por suas ovelhas, se preocupa com a restauração de cada ovelha individualmente, ele sempre se considera um servo e glorifica a Cristo, não domina o rebanho, antes, serve como o exemplo dele, jamais apascenta a si mesmo, não quer ter a primazia, dá acolhida a todos em sua igreja, mesmo àqueles que não lhe apóiam, não serve a Deus por dinheiro e geralmente vivem no limite financeiro, sempre são consultados e ouvidos quando surge alguma polêmica ou escândalos envolvendo os pastores da “Superfície”, são os exemplos e as referências da igreja e sempre deixam um legado de fé. Estes homens de Deus não buscam holofote, antes o repudiam.
Sendo assim, sabendo-se que a Semente é Boa, resta-nos examinarmos a nós mesmos e descobrirmos que tipo de terreno somos nós. Que o Pai nos conceda ter a permeabilidade da boa terra para frutificarmos segundo a Sua Santa Vontade

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Todo culto é uma oferta, mas nem toda oferta é um culto

O tamanho de minha oferta não define um culto agradável a Deus. Nem sempre quantidade, grandeza, glamour, é sinônimo de qualidade em meu culto. Minha oferta pode ser a maior da noite, a mais bela, mas pode ser rejeitada por Deus, se ao ofertar minha motivação for interesseira, por barganha, imunda, mesquinha ou apenas para aparecer.
Existem pessoas que estão em uma reunião e quando chega a parte do ofertório elas agem como se aquela parte não fosse também culto… ficam resmungando em seus corações.
Elas não entendem que o culto é uma oferta e que essa oferta vem do coração, e gera em nós adoradores atos concretos que envolve nosso louvor, nosso melhor, nossos recursos a casa de Deus.
Talvez você esteja dizendo: “Deus não precisa de dinheiro”. De fato, Deus não precisa de seu dinheiro, mas a obra dEle sim. Não quero te desanimar, mas o culto é uma oferta e oferta não pode ser pela metade deve ser por inteiro.
Devemos levar ao Altar do Senhor o que temos de melhor, nosso tempo, nossos recursos, nossos dons, nossa voz, nosso serviço e isso o tempo todo, não só aos domingos ou as quartas feiras, mas enquanto tivermos vida, ofereçamo-nos integralmente ao Senhor.
Entre o Altar e o “Adorador” está Cristo que observa atentamente a motivação daqueles que se dirigem a depositar suas ofertas.

“Jesus está presente entre o Altar e o gazofilácio”

Certa ocasião Jesus estava no Templo e à parte observava o culto e a adoração do povo. Muitos de fato traziam grandes ofertas, muitas somas de dinheiro, quem sabe até faziam poses ao depositar suas oferendas. Entre estes que lá estavam apareceu uma certa mulher viúva e pobre que depositou duas moedinhas insignificantes, mas a oferta, o culto daquela pobre mulher, chamou a atenção de Jesus que estava só observando os tais “adoradores”.
Uns deram quantidade apenas sem qualidade alguma, pois a oferta deles era o que sobrava, era desprezível, enfim, essa oferta não vinha de seus corações era apenas para serem vistos pelos homens. Mas já a oferta daquela mulher chamou a atenção de Jesus porque tinha qualidade.
Ela ofertou tudo que tinha, creio que se aquela pobre mulher tivesse mais dinheiro, ela daria tudo ao Senhor como gratidão. Não é a quantidade e sim a qualidade. Lucas 21:1-4
Levemos ao altar do Senhor o que temos de melhor. O melhor louvor, o melhor recurso, o melhor tempo…. O nosso melhor deve ser depositado no altar dEle.
Não é a quantidade que define sua oferta como agradável a Deus, mas a qualidade dessa oferta, é a motivação que te faz um verdadeiro adorador. Devemos apresentar a nossa oferta completa e de corpo e alma ao Senhor.
Lembre-se: sempre quando fores a casa do Senhor oferecer o seu culto, seja uma oferta ao Senhor,doe-se por completo, não ofereça qualquer coisa, dê o seu melhor, dê algo que lhe custe muito, não faça isso cansado, não tente enganar a Deus oferecendo algo desprezível apenas para cumprir a liturgia. Ofereça o seu melhor pra Deus. Malaquias 1:12-14, 1 Crônicas 21:23-24
Quando aprendemos o significado que todo culto é uma oferta, logo temos a certeza que Deus merece o melhor de nós. Que nossa vida seja uma oferta agradável ao Senhor. Que nosso culto seja recebido por completo.
Pb Josiel Dias

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

A graça não é justa

Ouvimos falar tanto sobre a graça. Sobre ela nos ser oferecida, sobre ser um presente. A nossa salvação é pela graça, foi paga com o sangue do Cordeiro. Na igreja, com as crianças, estamos fazendo esse ano a “Corrida das Estrelas”, elas ganham estrelas por: fazer a lição que estudamos na última semana, levar a Bíblia, chegar no horário, levar uma visita, comportamento. Mas o tempo vai passando e as crianças faltam, não fazem as atividades devidas, não se comportam, e quando vemos, uma criança está quase na linha de chegada enquanto as outras estão ainda no começo. Então, a diretora do departamento infantil decidiu trabalhar o conceito de graça com as crianças, ela resolveu igualar as estrelas até que todas estivessem no mesmo lugar. Isso quer dizer que algumas crianças ganharam 10 estrelas e outras 90, enquanto umas duas não ganharam nenhuma.
Pense sobre o nosso padrão de justiça. Agora eu te pergunto: isso é justo? É justo dar tantas estrelas para uma criança que não cumpriu seus deveres o ano todo e não dar nenhuma para aquela que fez absolutamente tudo? Não, não é justo. Mas é aqui que mora a questão, a graça não é justa, ela não foi feita pra ser. É graça, é uma demonstração espontânea de amor. O ladrão que se arrependeu na hora de sua morte, ao lado de Cristo, ele não pode viver uma vida com Cristo, mas teve sua salvação. Essa é a graça, ela é linda, amorosa, mas não justa.
Conhece aquele versículo? “Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”. Você acha mesmo justo que Jesus tenha sido enviado, Jesus que era puro e santo, Jesus que não pecou, Jesus que dedicou sua vida à servir, acha justo que logo Ele tenha sofrido tanto e morrido por mim e por você? Por nós que mentimos, que caímos em tentação por tão pouco, que julgamos, que pensamos coisas horríveis, que somos uma máquina inesgotável do pecado? Eu deveria ter morrido, não Ele. Mas a graça não é justa.
A graça é amor. “Deus amou o mundo de tal maneira...”, Ele nos amou de uma forma indescritível, de uma forma imensurável, de forma que O levou a permitir o sacrifício do próprio Filho para que nós pudéssemos viver. Essa mostra tão grande de amor, deve nos inspirar a perdoar, a distribuir graça por aí, não porque é justo, mas porque é certo, porque salva, porque resgata, porque regenera.
Esse amor foi doado à mim e à você; nosso único papel nessa história é aceitar esse amor, e levar quantos pudermos a conhece-lo também. Pode não ser justo, mas a graça é assim.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Como você se relaciona com Deus?

Fabrício Cunha traz um trecho escrito por Eugene Peterson exemplificando nossa relação se dá. Em que ponta da mesa estamos realmente. O trecho é de uma Palestra de 2012, e fala a respeito não só da relação homem-Deus, mas de diversas outras relações.
Fonte: www.cristaoconfuso.com

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

10 distrações comuns ao momento de louvor, no culto

Algumas semanas atrás, eu postei o texto "Conclusões sobre distrações comuns em um culto". Desde então, alguns leitores me questionaram, mais especificamente sobre as nossas conclusões relativas à componente musical de adoração. Assim, o objetivo deste post é para responder a esse pedido.
Deixe-me ser honesto sobre as minhas qualificações à frente, ainda que: eu não seja um músico ou cantor; Eu sou um consultor da igreja, apenas relatando o que as nossas equipes têm encontrado em mais de 15 anos de consultoria. Não é minha intenção julgar ou ofender. Eu tenho o maior respeito por aqueles que nos conduzem nos louvores. Com essas advertências em mente, aqui estão dez distrações que encontramos na música como elemento de adoração.
1. Palavras incompreensíveis no refrão das canões - Eu começo com essa distração (a repetição do post anterior), simplesmente porque nós enfrentamos este problema com muita frequência. O sistema de som pode ser pobre, os cantores podem não enunciar bem, ou o instrumental pode abafar as letras - mas em qualquer caso, perdemos a mensagem enquanto nos esforçamos para entender as palavras.
2. Rostos sisudos conduzindo a adoração - Alguns hinos solenes podem não necessitar de sorrisos, mas algo está faltando quando se canta sobre a alegria do Senhor e a expressão facial do cantor sugere algo diferente disse. Vimos equipes de louvor inteiras mostrando pouca expressão enquanto eles conduzem o momento de louvor.
3. Músicos ou cantores pobres em talento - Hesito em incluir esta distração, porque eu percebo que o nível de talento varia conforme a congregação. Também não quero sugerir que apenas os músicos ou cantores mais talentosos devam ser autorizados a conduzir a adoração. Eu estou simplesmente dizendo aquilo que vivemos: às vezes, o componente musical de adoração carece de qualidade.
4. Cantores despreparados - Aqui, o nível de talento não é o problema e sim, falta de preparo. Às vezes parece - certo ou errado - como se ninguém tivesse praticado este componente do culto de adoração. Na verdade, nós ocasionalmente ouvimos alguns cantores declarando publicamente: "Por favor, orem por mim antes de eu cantar hoje, porque eu realmente não tenho tempo para me preparar".
5. Ministros de música "enfadonhos" - Algumas pessoas conduzem o louvor fazendo um grande trabalho de forma sucinta e eficaz, falando entre as músicas. Outros, porém, parecem usar interlúdios para pregar um sermão, em preparação para o outro sermão, que ainda está por vir. Muita conversa pode realmente atrapalhar o culto (mais do que facilitar).
6. Canções desligadas do tema sermão - Parece estranho, por exemplo, quando a série de sermões é sobre a família, mas nenhuma das seleções de músicas se move nessa direção. Por outro lado, a adoração é muitas vezes facilitada - e os ensinamentos de conteúdo desse culto são mais fáceis de lembrar - quando as seleções musicais e o foco do conteúdo do sermão caminham em uma única direção.
7. Músicas difíceis de cantar - Mais uma vez, eu não sou um cantor, mas eu sei quando eu estou enfrentando dificuldades para cantar uma música em particular. Alguns de nossos membros da equipe de consultoria mais talentosos são cantores, e eles às vezes questionam as seleções de repertórios com canções cheias solos e "firulas". O que funciona para o cantor talentoso nem sempre funciona para a pessoa que não é tão boa assim cantando, no banco da igreja.
8. Problemas com a utilização dos meios de comunicação para letras - Esta distração é um corolário da anterior. Letras na tela [projeção] são mais frequentemente úteis. Se, porém, as pausas nas frases e expressão na tela não correspondem às pausas no canto, o adorador ainda pode ter dificuldades em saber cantar a música. Quando bem colocada, a letra na tela geralmente ajuda os participantes do culto a aprenderem a melodia.
9. Falta de variedade de estilos musicais - Curiosamente, estamos vendo mais igrejas adotando um único estilo de musical para o louvor, em vez de oferecer vários estilos distintos. Essa abordagem não é ruim, mas torna-se problemática quando os líderes de louvor são fortes em um estilo, mas fracos em outro outra. Muitas vezes, esse diferença é perceptível.
10. Introduzir novas canções no repertório sem ensina-las - Muitos bons compositores estão produzindo fortes músicas de adoração atualmente. Apresentar novas músicas para uma igreja, no entanto, requer uma atitude, que muitas vezes parece faltar. Muitos de nós aceitamos bem um líder de louvor que dedique um tempo para nos ajudar a aprender realmente a canção como uma congregação.
Dr. Thom Rainer é presidente e CEO da LifeWay Christian Resources, da Convenção Batista do Sul.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Certo ou Errado: Bebida Alcoólica

O ministério Jesus Copy lançou uma série de vídeos chamada 'Certo ou Errado'. Toda terça-feira um novo vídeo é publicado abordando um novo tema.
Douglas Gonçalves, líder do ministério, é quem comenta o assunto à luz da bíblia.
"A Bíblia não diz que é pecado beber bebida alcoólica", lembra ele.
Embora a Palavra de Deus não classifique como pecado, algumas considerações devem ser feitas em relação ao consumo de bebidas alcoólicas e Douglas explica isso no vídeo.
Confira:

quinta-feira, 27 de março de 2014

quarta-feira, 12 de março de 2014

10 fatos sobre a fome para 2014

Custa apenas US$ 0.25 por dia para que uma criança receba todas as vitaminas e nutrientes que ela necessita para crescer com saúde
Quantas pessoas no mundo estão passando fome? Esse número poderia diminuir? Quais são os efeitos da fome sobre as crianças e o que podemos fazer para ajudá-las? Aqui esta uma lista dos maiores 10 fatos relacionados à fome no mundo, os quais todos devemos saber nesse início de 2014.
 
pobreza1 . Cerca de 842 milhões de pessoas não comem o suficiente para se nutrir. Isto é, uma em cada oito pessoas vão para cama com fome (fonte FAO, 2013).
 
2. O percentual de pessoas sofrendo de fome crônica caiu 17% desde 1990­-1992 . Se esse ritmo continuar, conseguiremos atingir as Metas de Desenvolvimento do Milênio (Fonte: FAO, 2013).
 
3. O maior índice de desnutrição ainda é no sul do continente asiático, seguido da África Subsaariana e o leste da Ásia (Fonte: FAO, 2013)
 
4. Um terço das mortes de crianças menores de 5 anos, em países subdesenvolvidos, é por consequência da desnutrição. (Fonte: IGME, 2011)
 
5. Dentre os países subdesenvolvidos, uma em cada quatro crianças tem seu desenvolvimento prejudicado por nutrição desajustada (Fonte: The Lancet, 2013)
 
6. Os primeiros 1.000 dias na vida de uma criança são cruciais. Uma dieta adequada neste período pode evitar prejuízos ao desenvolvimento mental e físico, os quais podem causados por deficiência de nutrientes (Fonte : IGME, 2011)
 
7. Se as mulheres agricultoras tivessem acesso aos mesmos recursos que os agricultores do sexo masculino, o número de famintos no mundo poderia ser reduzido em até 150 milhões. (Fonte:FAO, 2011)
 
8. Custa apenas US$ 0.25 por dia para que uma criança receba todas as vitaminas e nutrientes que ela necessita para crescer com saúde (Fonte : WFP, 2011)
 
9. Em 2050, as mudanças climáticas e os padrões climáticos irregulares podem produzir mais de 24 milhões de crianças famintas. Quase a metade seria na África Subsaariana. (Fonte: IFPRI, 2009)
 
10. A fome no mundo pode ser eliminada ao longo das nossas vidas. Através do The Zero Hunger Challenge (Desafio Fome Zero), criado pelo Secretário Geral da ONU Ban ki-Moon, trabalha para galvanizar o apoio mundial em prol deste objetivo.
 
 
FONTE: http://www.wfp.org/stories/10-hunger-facts-2014

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Deus está nas pequenas coisas

Deus prova, nas mínimas coisas, que nunca nos perde de vista


Naquele dia aquele rapaz foi ao um grupo de estudos bíblicos. Foi tocado pela palavra. Saiu da reunião pensando no que Deus tinha falado com ele.

Ao dirigir seu carro de volta para casa, ainda pensativo e com o coração contrito, ouviu uma voz que lhe disse: "Compra um litro de leite." Ele o fez. De volta ao carro, seguiu seu caminho. Novamente a voz ordenou: "Entra a esquerda e chama alguém da segunda casa a direita." Ao chamar o dono da casa, foi supreendido quando o mesmo lhe disse: "Obrigado pelo litro de leite." Hoje, não tendo nada para comer, pedimos a Deus pelo menos um litro de leite para o nosso filho pequeno e Ele respondeu que o leite estava a caminho."

Assim Deus trabalha em nossa vida. Aquele homem precisava entender os planos de Deus na vida dele.


Sou prova de que quando pensamos que Deus está distante, Ele prova nas mínimas coisas que nunca nos perde de vista. Sei disso e vivo isso.



por Estível Ramos

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O casamento é indissolúvel

O casamento foi instituído por Deus e deve ser governado pelos princípios de Deus. O casamento é heterossexual, monogâmico, monossomático e indissolúvel.

Esse preceito não é dado por homem algum ou mesmo por uma instituição religiosa. Esse é preceito dado pelo próprio Deus. Jesus disse que o que Deus uniu, o homem não pode separar.

O casamento é indissolúvel. Não é até que surja a primeira contenda, a primeira crise, a primeira lágrima. É até que a morte os separe. Ou seja, o casamento é para toda a vida e só para esta vida.

Hoje, os casamentos estão ficando muito frágeis. Muitas pessoas entram para o casamento como se fosse apenas um contrato de risco. Não investem no relacionamento e cobram muito dele. Muitos casam-se para divorciar e divorciam para recasar.

Precisamos resgatar o valor do casamento, investir no casamento e saber que, de acordo com os preceitos de Deus, ele é indissolúvel.


Hernandes Dias Lopes

sábado, 19 de janeiro de 2013

Peteleco da viola "Fala sério"

Música muito interessante de um músico amazonense que até agora não fez sucesso, apesar da boa letra de suas canções.
Curiosidade: apesar da consciência política, digna de pessoas com nível de escolaridade mais avançado, ele é pedreiro.

Revavds

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Senhor Cara Legal

Falar de pecado hoje nas igrejas está cada vez mais difícil entre muitos outros assuntos este é o mais evitado. Por isso é pregado sobre prosperidade sobre facilidade o que tornou cômodo a vida das pessoas viverem uma vida sem muitos propósitos na presença de Deus no vídeo vemos alusão a este tipo de pratica.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

terça-feira, 14 de agosto de 2012

A Depressão

 A psicóloga Esther Carrenho, diante das inúmeras pesquisas que apontam a depressão como um dos distúrbios psiquiátricos mais freqüentes no Brasil e no mundo, apresenta uma abordagem esclarecedora e atualizada sobre o tema.
A série Celebrando a Vida, tem como objetivo informar e orientar as pessoas à compreenderem melhor assuntos relacionados a Depressão, Raiva, Envelhecimento, Papel da Mulher.
from Cristianismo Hoje on Vimeo.