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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Cristão brasileiro, prepare-se para o martírio pela jihad

Será que o cristão no Brasil sabe que jihad significa “guerra contra não-muçulmanos”? A falta de atenção da Igreja para com os acontecimentos horripilantes que envolvem a perseguição a cristãos no mundo tem me forçado a refletir sobre um tema que estranhamente não é usual nos seminários e eventos religiosos, a saber, o martírio. Então, estaria o cristão brasileiro preparado para morrer por amor à sua fé numa jihad?
Se utilizarmos a lógica, dificilmente se explicará o motivo pelo qual a Teologia da Prosperidade tem invadido púlpitos e corações com promessas insólitas de sucesso e contentamento exatamente no período em que se agiganta o ódio a cristãos em pelo menos 108 países[1].
Aliás, o próprio manual de fé dos católicos e evangélicos, a Bíblia Sagrada, demonstra que a perseguição aos cristãos não é um fenômeno da contemporaneidade. O apedrejamento do protomártir Estêvão, um dos sete primeiros diáconos nomeados e ordenados pelos Apóstolos (Atos 7:55-60), e a execução de Tiago, primeiro Apóstolo de Cristo a ser martirizado, por ordem do rei Herodes em aproximadamente 45 d.C (Atos 12:2), foram seguidos por derramamento de sangue como fruto de uma perseguição oficializada pelo Império Romano. A perseguição se espalhou e desenvolveu com o passar do tempo métodos escabrosos de tortura e morte para amedrontar os seguidores da fé vista como ameaça ao culto pagão em relação ao imperador.
O mesmo aconteceu há 1400 anos, quando Maomé fundou o Islã com o objetivo de submeter todos os povos à sharia (lei islâmica). Considerado o “selo dos profetas” pelos muçulmanos, Maomé e seus sucessores, os Califas, invadiram e se apropriaram de 2/3 do mundo cristão islamizando seus territórios, não sendo poupada nem mesmo a Turquia, onde pela primeira vez foi utilizado o termo “cristão” e que representou a magnificência cristã oriental por séculos. É isso mesmo: a “Queda de Constantinopla” (1453) foi celebrada com as mesmas ações sanguinárias perpetradas por jihadistas do Estado Islâmico. Cristãos foram assassinados com requintes de crueldade e cabeças rolaram sob o poder das espadas muçulmanas!
Logo, tanto a Bíblia quanto a História vaticinam que a perseguição que começa de forma pontual se multiplica com velocidade que muitas vezes torna o perigo imperceptível aos olhos do senso comum.   Dessa forma, enquanto a grande massa cristã brasileira está atenta apenas aos temas comuns na “agenda de perseguição tupiniquim” – que ainda não se caracteriza pelo derramamento de sangue e proibição de se exercer a fé publicamente – o fundamentalismo islâmico, devidamente acobertado pela ONU e governos ocidentais, amplia seus tentáculos sobre Europa e Estados Unidos, já que o Oriente Médio e partes da África e da Ásia já estão sob o domínio da sharia.
Uma das principais agências do governo dos Estados Unidos, a Comissão de Liberdade Religiosa Mundial (United States Comissionon International Religious Freedom, USCIRF na sigla em Inglês), emitiu relatório em maio deste ano sobre a perseguição aos cristãos e adicionou: “algumas regiões da Europa Ocidental que merecem monitoramento por causa de alguns acontecimentos preocupantes”[2]. Daí, vale indagar: por que os “acontecimentos preocupantes” envolvendo cristãos não são amplamente divulgados, ao passo que os chamados “crimes de ódio” contra imigrantes muçulmanos na Europa recebem ampla repercussão[3]? Por não haver interesse da imprensa em divulgar a perseguição que já se instalou na Europa, maior deveria ser o cuidado da Igreja para se informar sobre a grande ameaça que se vislumbra em nível global, tendo em vista que o único país no mundo protegido de qualquer ameaça jihadista é a Coreia do Norte. Até a China já considera Estado Islâmico e al-Qaeda questões de “segurança nacional” diante do avanço de ataques muçulmanos em áreas próximas de usina nuclear.
Imaginar que o Brasil está protegido da ação dos extremistas islâmicos é de uma ingenuidade que beira a loucura se lembrarmos que a jornalista Brigitte Gabriel denunciou o plano da Irmandade Muçulmana nos EUA para eliminar e destruir a civilização ocidental, oportunidade em que apresentou documento comprobatório da ameaça[4], através do qual divulgou que a entidade The North American Islamic Trust (NAIT, algo como Coalisão Islâmica na América do Norte), comprometida com o mesmo ideal destrutivo da Irmandade Muçulmana, é proprietária de mais de 90% das mesquitas estadunidenses. Vale ressaltar que a Irmandade é considerada célula mater de grupos terroristas islâmicos sunitas, tais como, Hamas, al-Qaeda, Boko-Haram e Estado Islâmico.
Se uma potência como os Estados Unidos não conseguiu impedir o avanço do extremismo islâmico no meio de “muçulmanos pacíficos”, o que diremos do Brasil? Somente um incauto acredita que o país abrigará tão somente seguidores do Islã aversos à violência, apesar de ser fato para organismos externos de inteligência a prodigiosa atividade jihadista em solo brasileiro desde a década de 1980.
E se depender da disposição das lideranças islâmicas em nosso país, haverá um aumento exponencial de muçulmanos. Em discurso para seguidores do Islã e imprensa, o presidente da Sociedade Beneficente Muçulmana, Nasser Fares, afirmou que o propósito dos religiosos é fazer “um trabalho para 20 anos” a fim de solidificar o Islã no Brasil e transformá-lo na terceira maior religião do país[5]. Entidades muçulmanas estão se esforçando para abrir mais escolas islâmicas em São Paulo, construir novas mesquitas e divulgar ainda mais o Islã. Fares ainda disse que “tudo que está no Corão vamos seguir”, sem fazer ressalva em relação aos textos que apregoam violência contra cristãos.
A atuação de diversos muçulmanos apregoando sua fé em presídios, comunidades carentes, universidades e em vários bairros do Rio de Janeiro durante a Olimpíada é um “sinal” de que os religiosos estão imbuídos nessa tarefa de islamizar o Brasil. No entanto, a maioria esmagadora de “cristãos” continua sem ter a menor noção dos princípios basilares do Islã nos quais se fundamentam os chamados “extremistas”, apoiados por importantes lideranças muçulmanas em todo o mundo.
Se o leitor consegue vislumbrar 20 milhões de muçulmanos “amantes da paz” sem nenhuma cooptação de jihadistas para as facções islâmicas al-Qaeda, Hamas, Hezbollah e Estado islâmico, já presentes no país, pode ficar tranquilo, muito embora essa tranquilidade não seja vislumbrada em lugar algum do mundo onde há portentosas minorias islâmicas. O martírio experimentado por cristãos no Oriente Médio, África, Ásia e até Europa só não será uma realidade no Brasil “se Deus for brasileiro”.
[1] https://noticias.gospelprime.com.br/cristaos-grupo-religioso-mais-perseguido/
[2] https://www.portasabertas.org.br/noticias/2016/05/eua-emite-relatorio-anual-sobre-liberdade-religiosa
[3] http://www.bbc.com/portuguese/internacional-36750820
[4] https://www.youtube.com/watch?v=l1ii8NnS_0s
[5] http://guiame.com.br/gospel/videos/queremos-transformar-o-islamismo-na-3-maior-religiao-do-brasil-diz-lider-muculmano.html

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Deus pode se arrepender?

Meus diletos leitores, recentemente, conversando com minha esposa, senti-me impulsionado a escrever sobre o título em tela. Confesso que a resposta a esta indagação não é tão simples assim. Porém, nestas poucas palavras, tentarei esclarecê-los.
Quando lemos Gênesis 6.6 e Números 23.19, parece-nos que há uma contradição bíblica. Na primeira referência, está escrito: “então, se arrependeu o SENHOR de ter feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração” (ARA)[1]. Enquanto a segunda diz: “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa”. Então, Deus arrepende-se ou não?
Para responder a essa aparente incoerência escriturística, precisamos compreender o que são antropomorfismo e antropopatismo. De acordo com o Dicionário Bíblico Wycliffe, “antropomorfismo normalmente significa a atribuição da forma humana a Deus, e o antropopatismo significa a atribuição dos sentimentos, das paixões, das emoções e dos sofrimentos humanos a Deus”[2]. Entre os teólogos é ponto pacífico que essas expressões são metafóricas.
Todos nós carecemos entender de que Deus não é humano. Ele é espírito (Jo 4.24). Logo, por ser “espírito”, para transmitir verdades eternas a seres terrenos como nós, o Eterno lançou mão de recursos didático-linguísticos para facilitar o nosso conhecimento acerca dEle. E alguns desses recursos são o antropomorfismo e o antropopatismo.
A Bíblia de Estudo Palavras-Chave Hebraico e Grego, em sua nota sobre Gênesis 6.6, diz-nos o seguinte:
Este versículo desconcertou estudiosos da Bíblia por muitos anos. A sentença “arrependeu-se o Senhor” não significa que Deus mude (Nm 23.19; 1 Sm 15.29; Ml 3.6; Tg 1.17), ou que Ele seja afetado por tristeza ou sentimentos que são comuns à humanidade. Porém, era necessário que os autores bíblicos inspirados usassem termos que fossem compreensíveis à mente dos seres humanos. Uma pessoa não pode conceber Deus, exceto em termos e conceitos humanos.[3]
Aproveitando essa explicação, ao lermos João 3.10, 12, podemos identificar uma importante revelação que Jesus faz a Nicodemos: “Tu és mestre em Israel e não compreendes estas coisas? Se, tratando de coisas terrenas, não me credes, como crereis, se vos falar das celestiais?”. Observamos nestas palavras que há uma necessidade demonstrada por Jesus de traduzir Sua linguagem divina para uma linguagem humana.
A comunicação de Deus conosco reclama uma linguagem figurada, pois, de outra forma, não entenderíamos absolutamente nada. É por isso que Jesus, frequentemente, fundamentava seus preciosos ensinos por meio de parábolas (Mt 13).
Mas voltando à pergunta que não quer calar: “Como saberemos se Deus pode arrepender-se?”. Através da compreensão de Deus como um ser transcendente e imanente ao mesmo tempo. Pearlman dar-nos um esclarecimento:
As Escrituras ensinam duas importantes verdades concernentes à relação de Deus para com o mundo: 1) sua transcendência, que significa sua separação do mundo e do homem e sua exaltação sobre eles (Is 6.1); 2) sua imanência, que significa sua presença no mundo e sua aproximação do homem (At 17.28; Ef 4.6) […] Deus, de fato, está separado do mundo e acima do mundo; por outro lado, ele está no mundo. Ele enviou seu Filho para estar conosco, e o Filho enviou o Espírito Santo para estar em nós.[4] (Grifo nosso).
A transcendência de Deus traz à tona a realidade de seu caráter e de seus atributos; enquanto que sua imanência dar origem ao seu relacionamento com suas criaturas. Nessa relação, transcendência e imanência “entrelaçam-se”, facultando aos seres humanos o contato com o Criador.
Mas, afinal, Gênesis 6.6 e Números 23.19 se contradizem? Não! Em Gênesis 6.6, o sentido de “se arrependeu” é de tristeza, de pesar: “[Deus] ficou muito triste por haver feito os seres humanos” (NTLH[5], grifo nosso). Ao passo que, em Números 23.19, a expressão “nem filho de homem, para que se arrependa” significa que Deus, verdadeiramente, não se arrepende, ou seja, não muda de ideia por ter cometido um erro ou equívoco.
Por conseguinte, todas as vezes que, nas Escrituras, aparecerem termos ligados ao “arrependimento” de Deus, eles estarão se referindo ao seu relacionamento com as pessoas, evidenciado por meio de linguagem antropopática. Em Jeremias 15.6 e Jonas 3.10, vemos Deus mudando de ideia por causa da atitude do coração humano, e não porque cometeu algum deslize moral que pudesse comprometer os seus imutáveis caráter e atributos.
Portanto, Elohim não pode se arrepender, pois, do contrário não seria Deus.
NOTAS
[1] Almeida Revista e Atualizada.
[2] PFEIFFER, C. F.; VOS, H. F.; REA, J. Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p. 150.
[3] Bíblia de Estudo Palavras-Chave Hebraico e Grego. 2ª ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, p. 12.
[4] PEARLMAN, Myer. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. São Paulo: Editora Vida, 2006, p. 64, 65.
[5] Nova Tradução na Linguagem de Hoje.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Benefícios sociais do cristianismo

Nestes últimos dias, o Brasil tem assistido não totalmente passivo o desmoronar de uma geração e o surgimento de outra. A geração onde valores cristãos eram cultivados e preservados está agora sendo obrigada a recuar diante do silêncio do poder público. Uma nação anarquista não representa honra para ninguém. O Brasil está sepultando os valores e princípios morais que por muito tempo preservou a identidade não apenas brasileira, mas, sobretudo humana. A honra, a pureza e a decência não são apenas marcas distintivas do cristianismo bíblico, são antes de tudo marcas distintivas da vida humana pelo modelo original divino.
O cristianismo faz bem ao ser humano.
Quantos dependentes químicos já foram recuperados pelos anarquistas que erguem a voz imoralmente nestes dias? Nenhum, mas pelo contrário o cristianismo tem recuperado milhões em todo o mundo. Quantos famintos têm sido alimentados pelos anarquistas dessa geração? Nenhum, mas diferentemente o cristianismo tem sido o meio pelo qual famílias inteiras de pessoas carentes têm sido alimentadas e cuidadas. Casamentos salvos, órfãos alimentados, jovens recuperados, pessoas que outrora compunham as fileiras dos propensos suicidas agora libertos e voltando a sonhar com dias melhores enchem os espaços da nação com uma mensagem de mudança em seus lábios. Mas eu pergunto que mensagem enche os lábios dos anarquistas? Eu tenho a resposta: a mensagem da destruição de tudo o que é bom; a mensagem de incentivo ao aborto, a mensagem que incentiva a descriminação e uso aberto da maconha, a mensagem que incentiva a criação de leis que dá aos pedófilos liberdade para abusar de nossos filhos, sim essa é a mensagem dos anarquistas. Será que vale a pena jogar o cristianismo no lixo e deixar esses anarquistas governarem a nação?
A nova geração, que abusa de símbolos sagrados e vilipendia a fé, a Bíblia e as autoridades cristãs não é uma geração de pessoas, de seres humanos, mas de demônios, deturpadores da imagem e semelhança de Deus. Dizeres como esses não agridem a esses tais, pois eles veem como honra em nada se parecerem com o Criador. Essa geração que está apta a gerar e eleger o Anticristo. Infelizmente essa é a realidade pura da atualidade.
Embora os protestos contra esse tipo de má conduta seja imenso, o poder público se cala, o governo se cala. Em eras passadas, com a revolta do povo, tais erros teriam sido erradicados, mas nos dias de hoje, todos os que se opõem a esses militantes do diabo, são desprezados e silenciados pela mídia e pelo governo quando aqueles outros são aplaudidos, considerados, promovidos e ainda patrocinados pelo próprio governo brasileiro.
Embora o brasileiro tenha de certo modo liberdade para expressar sua fé em Deus, é uma vergonha dizer que é brasileiro… O Brasil de hoje é o Brasil anarquista, o Brasil corrupto, o Brasil que silencia os decentes e concede megafones aos imorais. O Brasil que testemunhamos hoje é o Brasil que põe mordaça na boca dos íntegros e incentiva os gritos dos blasfemos. Onde chegaremos se o Brasil não mudar sua direção?!!!

domingo, 1 de setembro de 2013

Aborto por Ariovaldo Jr

"Nem tudo o que é legalizado no país é bíblico", lembra ele no início do vídeo.

Ele explica que o vídeo não se trata do que leis específicas falam a respeito do aborto, mas do que a Palavra de Deus fala.

No vídeo, Ariovaldo cita alguns argumentos usados pelos defensores do aborto, como o que uma pessoa só é considerada pessoa após algumas semanas de gestação, e que o direito da mulher está acima do direito da vida que está sendo gerada.

"Que, na dúvida, a gente sempre prefira a vida", exclama.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Mais uma conversa mole pra boi dormir

A sinceridade é uma das virtudes mais belas que podemos encontrar em uma pessoa. A pessoa sincera não disfarça e nem esconde a sua real intenção, ela é verdadeira diante dos homens e diante de Deus.
No entanto, as características que mais odiamos são também as que mais encontramos no ser humano: a falsidade e a hipocrisia.
Não adianta ter conhecimento da bíblia se você não praticá-la, também não adianta você frequentar assiduamente uma igreja se você não obedecer à palavra de Deus.
Conheci pessoas que ao se afastarem da presença de Deus disseram: “se é para estar na igreja fazendo tudo errado como muitos hipócritas fazem, então eu prefiro nem ir. Pelo menos eu estou sendo sincera…”
Que ridículo isso! Isto não é sinceridade, é conversa mole pra boi dormir, pois se verdadeiramente a pessoa fosse sincera, então diria a si mesma: “Se é para estar na igreja fazendo tudo errado, então vou tomar vergonha na cara e mudar as minhas atitudes”.
Na realidade, a pessoa não quer mudar, ela sabe que o processo de mudança muitas vezes é dolorido, pois exige renúncia, exige sacrifício. E é justamente disto que ela foge.
Ao mesmo tempo em que a pessoa não quer sair de sua zona de conforto espiritual e da vida suja que leva, ela tenta tapar o sol com a peneira ao justificar as suas atitudes se auto-rotulando “Sincera”.
“Cada um zomba do seu próximo, e não falam a verdade; ensinam a sua língua a proferir mentiras; cansam-se de praticar a iniquidade Vivem no meio da falsidade; pela falsidade recusam conhecer-me, diz o SENHOR.” (Jeremias 9.5-6)
Pior do que a pessoa viver no pecado, é ela não ter a humildade para reconhecer a triste condição em que se encontra e que precisa de ajuda. O Espírito Santo deseja que você reconheça a sua falha e a sua fraqueza, que se arrependa do pecado cometido e se entregue a Ele de fato e verdade. Não apenas da boca para fora…
Seja honesto com você mesmo e jogue limpo com Deus, Ele não exige que você dê uma explicação que venha justificar o seu erro. O Senhor Jesus não vai deixar de lhe amar por causa de um ou de vários outros pecados, mas Ele nada poderá fazer para lhe ajudar e para lhe salvar enquanto não houver uma entrega de vida realmente sincera.

Pr.Rubens Ennes

sentidounico.org

domingo, 14 de outubro de 2012

Sal sem Sabor

“Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, (sem sabor), com que se há de restaurar-lhe o sabor? para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens” (Mateus 5:13).
Quando era jovem, minha esposa tinha um conjunto infantil, e eles cantavam uma canção que dizia: ”Vós sois o sal da terra, não é difícil de entender as palavras, tente provar…”, talvez algumas das crianças não entendessem o que estavam cantando, apesar de ser ensinado. Mas o quero dizer com isso, É que apesar de ser ensinado nas igrejas muitas pessoas, ainda desconhecem a verdade sobre este versículo.
Quando falamos em sal, logo pensamos em salgar algum alimento, ou em um alimento já salgado, mas nunca sem sabor ou com outro sabor, pois o sal tem essa função. Já imaginaram como seria algum alimento salgado, e quando você fosse come-lo ele seria doce, ou fosse sem sabor algum ? Provavelmente você teria uma decepção ao come-lo.
Na vida cristã é da mesma forma. Quando Jesus compara o cristão ao sal da terra o que Ele quer dizer é que devemos fazer a diferença na vida das pessoas, devemos dar “sabor” a vida das pessoas. Quantos cristãos nos dias de hoje, não fazem diferença alguma, são cristãos apenas no falar, mas suas vidas nada condizem com as Palavras de Cristo.
Devemos ter consciência da importância de nossa presença no mundo. Temos que compreender que o testemunho que damos é nossa fala principal para o bem-estar das pessoas que estão ao nosso redor, sejam evangélicos ou não.
Devemos nos preocupar em glorificar o nome Santo do Senhor em tudo o que fazemos.
Fomos colocados neste mundo pelo Senhor param sermos seus representantes, para que o lugar seja mais agradável de se viver. Todos os que convivem próximos a nós, crentes ou não no Senhor Jesus, recebem o privilégio de ter uma vida mais abençoada.
E mais do que o sal para dar sabor, devemos nos esforçar para que o nome do nosso Salvador Jesus, seja exaltado. Devemos mostrar para aqueles que não conhecem, e estão sem rumo, o verdadeiro caminho para a vida eterna e abundante.
A igreja de Cristo deve ser preservada na nossa sociedade, mantendo a decência moral. E onde falta este “sal” o ambiente se torna cada vez mais semelhante ao inferno.
Temos sido como sal neste mundo? Ou já perdemos todo o sabor?

Pastor Wanderley

Ministério Famílias com Cristo

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Ipródigo

Como separar o ministério de jovens sem separar da igreja?
Como lidar com a separação dos ministérios de jovens do resto da igreja? from iPródigo on Vimeo.